Clayton Barros
Voz, vocal, violão e composições
Origem: Arcoverde
Clayton passou 4 anos em Recife cantando nos bares, mas decidiu voltar e cantar nos bares de Arcoverde. Foi
em Arcoverde, também, que participou de um projeto educacional para crianças, apresentando a peça: "A Estranha Doença do
Macaquinho".
Clayton -Eu nasci em Arcoverde, fui criado lá, debaixo do Alto do Cruzeiro. Estudei em escolas estaduais. O meu primeiro
encontro com música foi na escola, através de bandas marciais. Com catorze anos montei uma bandinha de rock, com uma
figura tocando violão e eu com uma bateriazinha eletrônica. Aí eu comecei a escrever algumas coisas. Fui pra São Paulo,
trabalhar em super mercado, lavando carro. Foi quando vim passar alguns dias aqui em Paulista na casa da minha irmã que
comecei a tocar violão. Comecei a tocar em bares em Recife e quando voltei para Arcoverde, passei a tocar nos bares de
lá, de uma maneira bem melhor, porque, como a cidade é pequena, as pessoas conhecem seu nome, os carros de som e as rádios
anunciam.
Clayton - O encontro aconteceu entre Lirinha e Alberone que montaram um espetáculo teatral. Eu apareci em Arcoverde, já
tocava em bares e a gente se encontrava nas mesmas festas, porque a gente gostava das mesmas músicas. Então Lirinha me
chamou para um ensaio, pra tomar uma cerveja e conversar e aí surgiu o embrião do Cordel. Eu tinha a cabeça ainda muito
no esquema de tocar em bar e não tinha a visão musical que Lirinha já tinha. Foi quando passei a freqüentar os ensaios
que comecei a atinar o juízo para a musicalidade do meu local.
Emerson
Lirinha
Nego
Rafael